Paraíba, segunda, 12 de outubro de 2026

Mentor da “Barbárie de Queimadas” Reingressa no Sistema Prisional Paraibano

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Após uma fuga em 2020 e recaptura, Eduardo dos Santos transferidos de volta para Paraíba para cumprimento de pena de 108.

Eduardo dos Santos Pereira, a figura central da notória “Barbárie de Queimadas” que chocou o Brasil em 2012, foi transferido de volta à Paraíba na noite do último sábado (5). Sua reentrada no sistema prisional ocorre após a recaptura no Rio de Janeiro em março de 2024 e subsequente transferência sob rigorosa escolta policial. Eduardo havia escapado da Penitenciária de Segurança Máxima de João Pessoa, conhecida como PB1, onde agora retorna para continuar a cumprir sua sentença de 108 anos.

Detalhes do Crime e Consequências Legais

O crime, que ocorreu durante uma festa planejada pelos irmãos Eduardo e Luciano dos Santos Pereira, envolveu o estupro coletivo de várias mulheres e resultou na morte brutal de duas delas que tentaram resistir ou fugir. Os detalhes macabros do caso incluem o disfarce dos agressores com máscaras de carnaval, fingindo um assalto para facilitar os ataques.

Eduardo dos Santos Pereira foi condenado em 2014, enquanto seu irmão Luciano recebeu 44 anos de prisão. Outros envolvidos também foram sentenciados, com penas que variaram entre 26 e 30 anos. Após a fuga em 2020, Eduardo foi um foragido até sua recaptura este ano, marcando um longo período de busca e investigação policial.

Repercussões e Medidas Atuais

A transferência de Eduardo para a PB1 faz parte de uma tentativa contínua das autoridades para garantir que ele cumpra a totalidade de sua pena, visando justiça para as vítimas e suas famílias. A segurança foi reforçada para prevenir novas fugas, e medidas adicionais foram tomadas para garantir a estabilidade do sistema prisional na região.

O caso continua a ressoar na comunidade local e nacional, servindo como um lembrete sombrio das consequências do crime organizado e da violência contra as mulheres no Brasil. A história de Eduardo dos Santos Pereira e seu eventual retorno à prisão são vistos como um fechamento crucial para um capítulo doloroso na história criminal do país.